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AMD FSR 4.1 Chega Mais Cedo para GPUs RX 7000 e NVIDIA 'Blackwell-Next' Já Aparece no Kernel Linux!
AMD FSR 4.1 Chega Mais Cedo para GPUs RX 7000 e NVIDIA 'Blackwell-Next' Já Aparece no Kernel Linux!
E aí, turma da bancada! O trem tá acelerado no mundo das GPUs, sô! A AMD resolveu fazer uma surpresinha boa e liberou o FidelityFX Super Resolution (FSR) 4.1 para as placas da série Radeon RX 7000 antes do previsto, e ainda com um empurrãozinho do pessoal do Linux. Enquanto isso, a NVIDIA já tá lá na frente, preparando o terreno para a próxima geração de arquiteturas, com o codinome 'Blackwell-Next' dando as caras nos patches do kernel Linux 7.2. É muita novidade pra gente ficar de olho! Acelerando o jogo: a AMD trouxe o FSR 4.1 para as RX 7000 antes da hora, e a NVIDIA já está de olho no futuro com o 'Blackwell-Next' no Linux, mostrando que a briga por desempenho e otimização não para, principalmente para quem usa Linux e está sempre na vanguarda. FSR 4.1 na Linha RX 7000: Um Presente Antecipado A AMD surpreendeu a galera ao lançar o driver Adrenalin Edition 26.6.2, que traz o suporte ao FSR 4.1 para todas as GPUs de desktop da série Radeon RX 7000. A previsão inicial era só para julho, mas parece que uma ajudinha do Proton Experimental da Valve acelerou o processo. O fato é que um arquivo DLL assinado pela AMD para a versão INT8 do upscaler acabou vazando através do Proton, e a AMD resolveu antecipar o lançamento oficial do driver. Isso é uma ótima notícia para quem tem uma placa RDNA 3, como a RX 7900 XTX, RX 7900 XT, RX 7800 XT, RX 7700 XT, RX 7600 e outras. O FSR 4.1 é uma evolução significativa em relação ao FSR 3.1, que era baseado em shader. Agora, a versão 4.1 utiliza um modelo de machine learning (ML) que roda nos aceleradores de matriz INT8 dedicados das placas RDNA 3. Isso permite uma reconstrução de detalhes mais fina e uma redução de serrilhados mais precisa. A AMD demonstrou ganhos de desempenho impressionantes, com um aumento de quase 50% nos FPS em jogos rodando em 4K, além de uma melhora visível na nitidez da imagem. O Que Muda para os Usuários? Desempenho Aprimorado: O FSR 4.1 oferece um ganho substancial de FPS, especialmente em resoluções mais altas. Qualidade de Imagem Superior: A tecnologia ML garante detalhes mais nítidos e menos serrilhados. Disponibilidade Antecipada: Usuários da série RX 7000 podem aproveitar a novidade já, bastando atualizar o driver Adrenalin. Linux na Frente: Gamers de Linux com RDNA 3 já tinham acesso experimental via Proton, o que mostra a importância da comunidade open-source. É importante notar que, embora o FSR 4.1 esteja disponível para as RX 7000, a geração de quadros (frame generation) ainda permanece na versão FSR 3.1 para essas placas. Além disso, a AMD está trabalhando em modelos mais leves do FSR 4.1 para dispositivos APU RDNA 3, como o Steam Deck e o ROG Ally X, o que é bão demais! NVIDIA e o Futuro 'Blackwell-Next' no Linux Enquanto a AMD agita o presente, a NVIDIA já está com um olho lá na frente, preparando o terreno para suas próximas arquiteturas de GPU. Foi avistada uma referência a 'Blackwell-Next' nos patches do kernel Linux 7.2. Embora a NVIDIA já tenha revelado roteiros com arquiteturas como Rubin e Feynman, essa menção a 'Blackwell-Next' sugere que a empresa está avançando rapidamente no desenvolvimento. Essas atualizações no kernel Linux são cruciais para garantir que os sistemas operacionais de código aberto estejam prontos para as novas tecnologias assim que elas forem lançadas. A inclusão de suporte para CXL DVSEC-based readiness polling para 'Blackwell-Next' no driver nvgrace-gpu vfio-pci variante indica que a NVIDIA está investindo pesado na integração de suas futuras GPUs com o ecossistema Linux. Ainda que o foco principal dessas arquiteturas de ponta seja o mercado de IA e HPC (High-Performance Computing), com produtos como os servidores Dell PowerEdge XE8812 baseados na arquitetura Nvidia Vera Rubin NVL4, essa movimentação no kernel Linux é um bom sinal para a comunidade de hardware em geral. Afinal, as inovações que nascem nesse segmento de alta performance costumam, com o tempo, chegar aos produtos para consumidores finais. Impacto para a Comunidade EletrônicaBR Pra nós, técnicos e entusiastas, essas notícias significam muito. A evolução das tecnologias de upscaling como o FSR 4.1 da AMD mostra o quão rápido o hardware e o software estão se integrando para entregar mais desempenho e qualidade. O fato de o Linux estar na vanguarda, com implementações experimentais antes mesmo dos lançamentos oficiais, é um lembrete da importância de dominar sistemas operacionais e drivers, além do hardware em si. E a NVIDIA já preparando o terreno no kernel Linux para suas próximas arquiteturas, mesmo que sejam focadas em HPC, nos dá uma prévia do que esperar em termos de complexidade e integração. É um campo fértil para quem gosta de fuçar, otimizar e extrair o máximo das máquinas. Quem aí já tá pensando em testar o FSR 4.1 na sua RX 7000 ou curioso pra ver o que o 'Blackwell-Next' vai trazer? Compartilhem suas opiniões e experiências aí nos comentários, sô!Fonte: https://wccftech.com/amd-reportedly-enables-fsr-4-on-rdna-3-gpus-through-valve-proton-experimental/-
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NVIDIA Libera Venda de Vera CPUs na China: Um Movimento Estratégico em Meio à Escassez Global
NVIDIA Libera Venda de Vera CPUs na China: Um Movimento Estratégico em Meio à Escassez Global
Olá, pessoal! A bancada hoje está cheia de novidades quentes que mostram como o mercado de chips está agitado. A NVIDIA, que já conhecemos bem no universo das GPUs, acaba de dar um passo bem interessante e estratégico, liberando a venda de suas Vera CPUs baseadas em ARM para clientes chineses. E o mais legal é que os pedidos já podem ser feitos, com previsão de envio para agosto. Isso é um sinal e tanto, não acham? A entrada da NVIDIA no mercado de CPUs com a linha Vera, especialmente na China, é um movimento estratégico que busca preencher a lacuna de escassez global e redefinir a competição no cenário de infraestrutura de IA e data centers. Vera CPUs: Chegando para Ajudar na Escassez A notícia, que veio através de relatórios da Reuters, indica que a NVIDIA está aceitando encomendas para as Vera CPUs, com as primeiras entregas programadas para agosto. Pra quem trabalha com montagem e manutenção de servidores, essa é uma informação que vale ouro! É que a gente sabe bem como o mercado de CPUs para data centers está sofrendo com a escassez global. As cargas de trabalho de Inteligência Artificial, principalmente as de inferência e execução agêntica, estão demandando cada vez mais poder de processamento das CPUs, e isso tem gerado uma fila de espera bem longa. A Intel, por exemplo, está citando prazos de entrega de até seis meses para clientes na China. Já a AMD admitiu que a demanda superou as projeções, e que as restrições de oferta devem continuar. Nesse cenário, a NVIDIA, que já domina o mercado de GPUs para IA, entra com suas Vera CPUs em um momento super oportuno. Um Olhar Geopolítico e Estratégico Mas não é só a demanda técnica que está por trás dessa jogada. O contexto geopolítico entre Estados Unidos e China é super importante aqui. Embora as remessas de GPUs de alta performance para a China continuem restritas, a liberação das Vera CPUs mostra uma complexa dança de mercado. Um detalhe que me chamou a atenção, e que é crucial para nós da bancada, é que a implantação dessas CPUs na China continental será restrita aos data centers das próprias empresas compradoras, localizados no exterior. Isso mostra a sensibilidade da operação, evitando um escrutínio maior sobre a presença de silício americano em infraestruturas críticas dentro da China. É como se estivessem encontrando um caminho para atender a demanda sem esbarrar nas barreiras políticas mais rígidas. O Vera, sucessor do Grace, que já teve cerca de 100 mil unidades entregues, promete ser um divisor de águas, com analistas projetando um impacto significativo na receita fiscal da NVIDIA. E o fato de os clientes chineses estarem no início da fila de alocação, mesmo com a escassez global, reforça a importância estratégica desse mercado para a empresa. Essa notícia nos mostra como o cenário tecnológico está em constante movimento, com empresas buscando novas formas de competir e inovar, mesmo diante de desafios complexos. E para nós, técnicos, isso significa novas tecnologias para acompanhar e, quem sabe, novas oportunidades de mercado! E vocês, o que acham dessa movimentação da NVIDIA? Será que as Vera CPUs vão conseguir aliviar a escassez de processadores no mercado de data centers? Compartilhem suas opiniões aqui nos comentários!-
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Cuidado, Bancos! IA Claude Mythos da Anthropic Encontra Falhas de Segurança em Tempo Recorde
Cuidado, Bancos! IA Claude Mythos da Anthropic Encontra Falhas de Segurança em Tempo Recorde
Olá, pessoal do EletrônicaBR! A Luma aqui, direto da bancada, para compartilhar uma notícia que acendeu um alerta gigante no mundo da cibersegurança e, mais especificamente, no setor financeiro. A Anthropic, uma das grandes empresas por trás da inteligência artificial, lançou uma ferramenta chamada Claude Mythos que está deixando os bancos de cabelo em pé. E com razão, viu? A IA Claude Mythos, da Anthropic, consegue identificar vulnerabilidades em sistemas que estavam ocultas por décadas, em questão de minutos, redefinindo o jogo da cibersegurança e forçando bancos e governos a repensarem suas estratégias de defesa digital. A Velocidade Inédita da IA na Detecção de Falhas Imagina só: uma ferramenta de inteligência artificial que consegue vasculhar códigos complexos e encontrar brechas de segurança que equipes inteiras de especialistas levariam meses ou até anos para descobrir. É exatamente isso que o Claude Mythos faz! Lançado em abril de 2026, ele opera como um analista de segurança automatizado, examinando volumes gigantescos de código e apontando caminhos para exploração de vulnerabilidades. A Anthropic divulgou alguns números que são de cair o queixo. Em um dos casos, o Mythos identificou uma falha que estava ativa há 27 anos sem ser detectada! E não parou por aí: a empresa afirma que a IA já encontrou mais de 10 mil vulnerabilidades classificadas como graves ou críticas, muitas delas em projetos de código aberto que são a base de muitos sistemas usados por empresas e governos. É como ter um microscópio superpotente que vê a falha antes mesmo dela virar um problemão. Por Que Isso Importa Para o Setor Financeiro? Os bancos, seguradoras e fintechs dependem de sistemas digitais complexos, muitos deles construídos há muito tempo e que foram sendo atualizados ao longo dos anos. Nessas estruturas, é muito comum que vulnerabilidades fiquem escondidas, esperando para serem exploradas. E é aí que o Claude Mythos entra, mostrando que essa corrida entre quem defende e quem ataca está ganhando uma velocidade sem precedentes. Para a gente, que lida com a segurança dos dados e dos equipamentos, isso significa que a manutenção preventiva e a atualização constante dos sistemas se tornam ainda mais críticas. A preocupação não é com a IA em si, mas com a capacidade que ela tem de acelerar a detecção de falhas, o que pode ser uma faca de dois gumes. Por um lado, ajuda as empresas a se protegerem mais rápido. Por outro, se essa tecnologia cair nas mãos erradas, o estrago pode ser imenso. É um cenário que nos faz pensar muito sobre a importância de estarmos sempre um passo à frente, não é? Pontos-chave dessa novidade: Identificação Rápida: A IA Claude Mythos encontra vulnerabilidades em minutos, não horas ou dias. Escopo Amplo: Analisa grandes volumes de código, inclusive em sistemas antigos e complexos. Impacto no Legado: Revelou falhas ocultas por décadas, mostrando a fragilidade de sistemas legados. Alerta Global: Colocou bancos e governos em estado de atenção máxima, exigindo mais investimentos em cibersegurança. Faca de Dois Gumes: Pode ser uma ferramenta poderosa para defesa, mas também um risco se usada para ataque. A Anthropic liberou o acesso a essa ferramenta para grandes empresas de tecnologia e setores críticos, como energia e saúde, com a ideia de que ela ajude a corrigir as falhas antes que sejam exploradas. Mas a pressão sobre os sistemas de segurança é real. Isso nos lembra da importância de sempre estarmos atentos às atualizações de firmware, às melhores práticas de segurança e à vigilância constante de nossas redes e equipamentos. No nosso dia a dia na bancada, a gente sabe que um bom diagnóstico começa com a atenção aos detalhes, e no mundo digital, isso não é diferente. E vocês, o que acham dessa novidade? Será que estamos entrando em uma nova era da cibersegurança, onde a IA será a principal arma dos dois lados? Deixem seus comentários e vamos cercar esse assunto juntos!-
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NVIDIA Já Prepara o 'Blackwell-Next' e Revoluciona o Kernel Linux 7.2
NVIDIA Já Prepara o 'Blackwell-Next' e Revoluciona o Kernel Linux 7.2
O Enigma da 'Blackwell-Next': O Que Será? Essa designação "Blackwell-Next" é um verdadeiro quebra-cabeça, não é mesmo? A NVIDIA tem um roadmap bem definido para seus data centers. Sabemos que depois da Blackwell, vem a Blackwell Ultra, e então a Rubin, que, inclusive, já está em produção em volume. O próximo passo, segundo os planos divulgados, seria a Rubin Ultra, seguida pela arquitetura Feynman, que promete ser uma reformulação completa. Então, onde o "Blackwell-Next" se encaixa nessa história? O patch se refere ao driver nvgrace-gpu, que é a ponte entre a GPU Blackwell e a CPU Grace. A arquitetura Rubin, por sua vez, já usa a CPU Vera. Isso nos leva a crer que "Blackwell-Next" pode ser uma variação da própria Blackwell, talvez a Blackwell Ultra. Ou, quem sabe, é um codinome interno para a Rubin, usado no contexto específico do suporte Linux. A NVIDIA ainda não se manifestou oficialmente sobre o significado exato, mas essa pista já ajuda bastante a entender o cenário que está se desenhando nos bastidores. Um Ritmo Frenético de Inovação Para nós, que acompanhamos o mercado de hardware e as novidades no mundo da inteligência artificial e HPC (High-Performance Computing), esse ritmo acelerado da NVIDIA não é uma novidade. A empresa já havia anunciado em seus roadmaps públicos que a cadência de lançamentos seria anual. A plataforma Rubin, por exemplo, foi apresentada prometendo um desempenho 5x superior ao da Blackwell, e agora, com essa menção da "Blackwell-Next" e a Feynman já no horizonte para 2028, vemos que a inovação não para! O mercado de IA e computação de alto desempenho está mais aquecido do que nunca, e a NVIDIA continua a ser uma força motriz. Com a Rubin já em produção e a Feynman se aproximando, a empresa mantém seu compromisso de entregar uma nova arquitetura por ano. O que resta saber é qual dessas maravilhas tecnológicas será oficialmente batizada de "Blackwell-Next" quando finalmente chegar às nossas bancadas e data centers. E aí, o que vocês acharam dessa novidade? Já estão ansiosos para ver o que a NVIDIA nos reserva? Qual a aposta de vocês para o que seria essa "Blackwell-Next"? Compartilhem suas opiniões e análises aqui nos comentários! Adoro ver as diferentes perspectivas da nossa comunidade!-
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Amazon AWS Expandirá Venda de Chips Trainium para Data Centers Externos, Indo Além da Nuvem!
Amazon AWS Expandirá Venda de Chips Trainium para Data Centers Externos, Indo Além da Nuvem!
Olá, pessoal! Que alegria ter vocês por aqui no EletrônicaBR! Hoje, trago uma notícia que promete agitar o mercado de semicondutores e inteligência artificial, especialmente para quem trabalha com infraestrutura e data centers. A Amazon, conhecida por sua gigante AWS, está planejando expandir a venda de seus chips de IA, os Trainium, para data centers externos. Isso mesmo, a empresa que antes os mantinha exclusivamente em sua nuvem agora quer competir diretamente com grandes nomes como a NVIDIA no fornecimento de hardware de IA. A Amazon está se preparando para levar seus chips Trainium, antes restritos à AWS, para data centers externos, com o objetivo de competir diretamente no mercado de aceleradores de IA e expandir sua receita anualizada em bilhões de dólares. A Estratégia por Trás dos Chips Trainium Quem acompanha o mundo da tecnologia sabe que a demanda por poder de processamento para IA está explodindo. E a Amazon, com sua divisão AWS, não quer ficar de fora dessa fatia do bolo. Peter DeSantis, que lidera a divisão de IA, chips e computação quântica da Amazon desde janeiro de 2026, confirmou que a empresa já está em conversas com potenciais compradores. Ele ressaltou que a infraestrutura de IA está evoluindo rapidamente e a Amazon busca constantemente novas formas de atrair clientes. Os chips Trainium já provaram seu valor dentro da AWS, sendo utilizados por empresas de peso como OpenAI, Anthropic e Uber. A Anthropic, inclusive, firmou um compromisso de US$ 100 bilhões em recursos de computação AWS ao longo de uma década, incluindo o uso dos chips Trainium2 e Trainium3. Isso nos mostra a confiança que grandes players depositam nessa tecnologia. Um Mercado Bilionário à Vista O negócio de chips da Amazon já é bastante robusto, com uma receita anualizada acima de US$ 20 bilhões e um crescimento de três dígitos percentuais ao ano. Andy Jassy, CEO da Amazon, já havia sinalizado essa possibilidade em abril de 2026, mencionando em sua carta anual aos acionistas que a demanda pelos chips era tão alta que a venda de racks para terceiros era uma possibilidade real. A estimativa da própria empresa é que, com a inclusão de clientes externos, a receita anual poderia chegar a impressionantes US$ 50 bilhões! Pontos-chave dessa expansão: Competição Direta: A Amazon entra na briga direta com a NVIDIA no mercado de chips de IA vendidos avulsos. Demanda Crescente: O Trainium3, lançado no início de 2026, já está praticamente esgotado, mostrando o apetite do mercado. Desempenho: O Trainium3 oferece um desempenho entre 30% e 40% superior ao seu antecessor, o Trainium2. Futuro Próximo: A quarta geração da linha Trainium está prevista para estrear já em 2027. Movimento Estratégico: A Amazon segue um caminho semelhante ao do Google, que também começou a vender seus processadores tensores (TPUs) para clientes selecionados. Além dos chips dedicados a IA, Peter DeSantis também mencionou o crescimento nas vendas dos processadores de uso geral Graviton, que a Amazon recentemente passou a fornecer para a Meta. Nos últimos três anos, a Amazon adicionou mais processadores Graviton do que qualquer outro tipo de chip em seus sistemas. Isso mostra uma diversificação e uma aposta forte no hardware próprio. Essa notícia é super interessante para nós da bancada e para a comunidade técnica, pois indica uma descentralização no fornecimento de hardware de IA, potencialmente trazendo mais opções e, quem sabe, preços mais competitivos no futuro. Isso pode impactar desde o design de data centers até a otimização de sistemas para diferentes cargas de trabalho de IA. É um movimento que vale a pena acompanhar de perto! E vocês, o que acharam dessa novidade da Amazon? Será que essa estratégia vai realmente ameaçar a hegemonia da NVIDIA? Deixem seus comentários e vamos trocar uma ideia sobre o assunto! Adoro ver as diferentes perspectivas da nossa comunidade.-
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