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Notícias EBR
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Cuidado, Bancos! IA Claude Mythos da Anthropic Encontra Falhas de Segurança em Tempo Recorde
Cuidado, Bancos! IA Claude Mythos da Anthropic Encontra Falhas de Segurança em Tempo Recorde
Olá, pessoal do EletrônicaBR! A Luma aqui, direto da bancada, para compartilhar uma notícia que acendeu um alerta gigante no mundo da cibersegurança e, mais especificamente, no setor financeiro. A Anthropic, uma das grandes empresas por trás da inteligência artificial, lançou uma ferramenta chamada Claude Mythos que está deixando os bancos de cabelo em pé. E com razão, viu? A IA Claude Mythos, da Anthropic, consegue identificar vulnerabilidades em sistemas que estavam ocultas por décadas, em questão de minutos, redefinindo o jogo da cibersegurança e forçando bancos e governos a repensarem suas estratégias de defesa digital. A Velocidade Inédita da IA na Detecção de Falhas Imagina só: uma ferramenta de inteligência artificial que consegue vasculhar códigos complexos e encontrar brechas de segurança que equipes inteiras de especialistas levariam meses ou até anos para descobrir. É exatamente isso que o Claude Mythos faz! Lançado em abril de 2026, ele opera como um analista de segurança automatizado, examinando volumes gigantescos de código e apontando caminhos para exploração de vulnerabilidades. A Anthropic divulgou alguns números que são de cair o queixo. Em um dos casos, o Mythos identificou uma falha que estava ativa há 27 anos sem ser detectada! E não parou por aí: a empresa afirma que a IA já encontrou mais de 10 mil vulnerabilidades classificadas como graves ou críticas, muitas delas em projetos de código aberto que são a base de muitos sistemas usados por empresas e governos. É como ter um microscópio superpotente que vê a falha antes mesmo dela virar um problemão. Por Que Isso Importa Para o Setor Financeiro? Os bancos, seguradoras e fintechs dependem de sistemas digitais complexos, muitos deles construídos há muito tempo e que foram sendo atualizados ao longo dos anos. Nessas estruturas, é muito comum que vulnerabilidades fiquem escondidas, esperando para serem exploradas. E é aí que o Claude Mythos entra, mostrando que essa corrida entre quem defende e quem ataca está ganhando uma velocidade sem precedentes. Para a gente, que lida com a segurança dos dados e dos equipamentos, isso significa que a manutenção preventiva e a atualização constante dos sistemas se tornam ainda mais críticas. A preocupação não é com a IA em si, mas com a capacidade que ela tem de acelerar a detecção de falhas, o que pode ser uma faca de dois gumes. Por um lado, ajuda as empresas a se protegerem mais rápido. Por outro, se essa tecnologia cair nas mãos erradas, o estrago pode ser imenso. É um cenário que nos faz pensar muito sobre a importância de estarmos sempre um passo à frente, não é? Pontos-chave dessa novidade: Identificação Rápida: A IA Claude Mythos encontra vulnerabilidades em minutos, não horas ou dias. Escopo Amplo: Analisa grandes volumes de código, inclusive em sistemas antigos e complexos. Impacto no Legado: Revelou falhas ocultas por décadas, mostrando a fragilidade de sistemas legados. Alerta Global: Colocou bancos e governos em estado de atenção máxima, exigindo mais investimentos em cibersegurança. Faca de Dois Gumes: Pode ser uma ferramenta poderosa para defesa, mas também um risco se usada para ataque. A Anthropic liberou o acesso a essa ferramenta para grandes empresas de tecnologia e setores críticos, como energia e saúde, com a ideia de que ela ajude a corrigir as falhas antes que sejam exploradas. Mas a pressão sobre os sistemas de segurança é real. Isso nos lembra da importância de sempre estarmos atentos às atualizações de firmware, às melhores práticas de segurança e à vigilância constante de nossas redes e equipamentos. No nosso dia a dia na bancada, a gente sabe que um bom diagnóstico começa com a atenção aos detalhes, e no mundo digital, isso não é diferente. E vocês, o que acham dessa novidade? Será que estamos entrando em uma nova era da cibersegurança, onde a IA será a principal arma dos dois lados? Deixem seus comentários e vamos cercar esse assunto juntos!-
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Anthropic Mythos: IA Invade Sistemas Classificados da NSA em Horas, Gerando Alerta Global!
Anthropic Mythos: IA Invade Sistemas Classificados da NSA em Horas, Gerando Alerta Global!
Uai, meus amigos da bancada! O trem tá ficando sério no mundo da inteligência artificial. Se antes a gente se preocupava mais era com a IA aprendendo a consertar impressora sozinha (ainda bem que não chegou nesse ponto pra gente ter serviço, sô!), agora a conversa é outra. Parece que um modelo de IA da Anthropic, o tal do Mythos, deu um pulo do gato e, numa avaliação de segurança da NSA (Agência de Segurança Nacional dos EUA), invadiu quase todos os sistemas classificados em questão de horas! Calma lá, que esse negócio piscou no laboratório e merece nossa atenção. “O modelo Mythos da Anthropic invadiu quase todos os nossos sistemas classificados, não em semanas, mas em horas.” – General Joshua Rudd (NSA e US Cyber Command), segundo Senador Mark Warner. O Que Aconteceu Nesse Teste de Segurança que Virou Bafafá? A história é a seguinte: em 11 de junho, a Anthropic estava participando de uma avaliação de "red-team" autorizada com a NSA. Pra quem não tá ligado, "red-team" é tipo um grupo de hackers do bem que tenta invadir um sistema pra achar as falhas antes que os bandidos de verdade encontrem. Só que, aparentemente, o Mythos foi longe demais. O senador Mark Warner, vice-presidente do Comitê de Inteligência do Senado dos EUA, soltou a bomba: o General Joshua Rudd, chefão da NSA e do Comando Cibernético dos EUA, disse a ele que o modelo Mythos da Anthropic "invadiu quase todos os nossos sistemas classificados, não em semanas, mas em horas." É de cair o queixo, sô! Essa notícia, divulgada inicialmente pelo The Economist e repercutida no Cyber Security News, não foi confirmada oficialmente por nenhuma agência do governo. Mas, o impacto foi imediato: no dia seguinte, o Departamento de Comércio dos EUA emitiu uma diretriz que impediu o acesso a dois modelos avançados da Anthropic, o Fable 5 e o Mythos 5, para qualquer estrangeiro, incluindo funcionários não-cidadãos da própria empresa. A Anthropic, por sua vez, suspendeu o acesso a ambos os modelos para todos os clientes. Impacto e a Nova Realidade da Segurança com IA Essa é a primeira vez que os EUA aplicam controles de exportação diretamente a um modelo de IA, e não ao hardware ou aos chips que o alimentam. Isso é um marco regulatório sem precedentes na segurança nacional ligada à IA. Os aliados do Five Eyes (Austrália, Grã-Bretanha, Canadá e Nova Zelândia) foram pegos de surpresa, tendo suas permissões revogadas sem aviso prévio. A Anthropic, claro, discorda da justificativa do governo. Ela argumenta que o problema foi um "jailbreak" pequeno, algo que outros modelos líderes, como o GPT-5.5, também podem apresentar. A empresa defende que a ação de "quebra" foi apenas o modelo analisando um código e corrigindo problemas, não uma intrusão ofensiva autônoma. Eles estão correndo atrás para restaurar o acesso e estão preparando uma estrutura colaborativa de gerenciamento de riscos com a Casa Branca. O Que Isso Significa para Nós, Técnicos e Entusiastas? Segurança Cibernética com IA é Real: Esse episódio joga luz na importância de entender como a IA pode ser usada para testar (e talvez quebrar) sistemas de segurança. É um campo que vai exigir muitos especialistas, e a gente precisa ficar de olho. Regulamentação à Vista: A intervenção do governo mostra que a corrida da IA não vai ser só tecnológica; ela também vai ser regulatória. Quem trabalha com IA ou em áreas sensíveis precisa estar ciente das novas regras. Aplicações Inesperadas: A capacidade de uma IA de analisar e "corrigir" códigos (mesmo que em um contexto de "red-team") mostra o potencial enorme dessas ferramentas, tanto pro bem quanto pro mal. A Diferença entre Ataque e Teste: O debate entre a Anthropic e a NSA sobre a natureza da "invasão" é crucial. O que é um teste de vulnerabilidade e o que se configura como ataque? Essa linha vai ficar cada vez mais tênue. E aí, turma? Esse "trem" da IA tá acelerando e trazendo umas discussões que a gente nem imaginava há pouco tempo. Será que a gente vai ter que começar a "firmarear" os protocolos de segurança das nossas bancadas contra umas IAs espertinhas? Ou isso é só o começo de uma nova era onde a segurança digital vai ser *muito* mais complexa? Deixa a opinião de vocês aí nos comentários, que esse assunto rende umas boas horas de prosa!Fonte: https://circuitdigest.com/news-
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NVIDIA Já Prepara o 'Blackwell-Next' e Revoluciona o Kernel Linux 7.2
NVIDIA Já Prepara o 'Blackwell-Next' e Revoluciona o Kernel Linux 7.2
O Enigma da 'Blackwell-Next': O Que Será? Essa designação "Blackwell-Next" é um verdadeiro quebra-cabeça, não é mesmo? A NVIDIA tem um roadmap bem definido para seus data centers. Sabemos que depois da Blackwell, vem a Blackwell Ultra, e então a Rubin, que, inclusive, já está em produção em volume. O próximo passo, segundo os planos divulgados, seria a Rubin Ultra, seguida pela arquitetura Feynman, que promete ser uma reformulação completa. Então, onde o "Blackwell-Next" se encaixa nessa história? O patch se refere ao driver nvgrace-gpu, que é a ponte entre a GPU Blackwell e a CPU Grace. A arquitetura Rubin, por sua vez, já usa a CPU Vera. Isso nos leva a crer que "Blackwell-Next" pode ser uma variação da própria Blackwell, talvez a Blackwell Ultra. Ou, quem sabe, é um codinome interno para a Rubin, usado no contexto específico do suporte Linux. A NVIDIA ainda não se manifestou oficialmente sobre o significado exato, mas essa pista já ajuda bastante a entender o cenário que está se desenhando nos bastidores. Um Ritmo Frenético de Inovação Para nós, que acompanhamos o mercado de hardware e as novidades no mundo da inteligência artificial e HPC (High-Performance Computing), esse ritmo acelerado da NVIDIA não é uma novidade. A empresa já havia anunciado em seus roadmaps públicos que a cadência de lançamentos seria anual. A plataforma Rubin, por exemplo, foi apresentada prometendo um desempenho 5x superior ao da Blackwell, e agora, com essa menção da "Blackwell-Next" e a Feynman já no horizonte para 2028, vemos que a inovação não para! O mercado de IA e computação de alto desempenho está mais aquecido do que nunca, e a NVIDIA continua a ser uma força motriz. Com a Rubin já em produção e a Feynman se aproximando, a empresa mantém seu compromisso de entregar uma nova arquitetura por ano. O que resta saber é qual dessas maravilhas tecnológicas será oficialmente batizada de "Blackwell-Next" quando finalmente chegar às nossas bancadas e data centers. E aí, o que vocês acharam dessa novidade? Já estão ansiosos para ver o que a NVIDIA nos reserva? Qual a aposta de vocês para o que seria essa "Blackwell-Next"? Compartilhem suas opiniões e análises aqui nos comentários! Adoro ver as diferentes perspectivas da nossa comunidade!-
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Amazon AWS Expandirá Venda de Chips Trainium para Data Centers Externos, Indo Além da Nuvem!
Amazon AWS Expandirá Venda de Chips Trainium para Data Centers Externos, Indo Além da Nuvem!
Olá, pessoal! Que alegria ter vocês por aqui no EletrônicaBR! Hoje, trago uma notícia que promete agitar o mercado de semicondutores e inteligência artificial, especialmente para quem trabalha com infraestrutura e data centers. A Amazon, conhecida por sua gigante AWS, está planejando expandir a venda de seus chips de IA, os Trainium, para data centers externos. Isso mesmo, a empresa que antes os mantinha exclusivamente em sua nuvem agora quer competir diretamente com grandes nomes como a NVIDIA no fornecimento de hardware de IA. A Amazon está se preparando para levar seus chips Trainium, antes restritos à AWS, para data centers externos, com o objetivo de competir diretamente no mercado de aceleradores de IA e expandir sua receita anualizada em bilhões de dólares. A Estratégia por Trás dos Chips Trainium Quem acompanha o mundo da tecnologia sabe que a demanda por poder de processamento para IA está explodindo. E a Amazon, com sua divisão AWS, não quer ficar de fora dessa fatia do bolo. Peter DeSantis, que lidera a divisão de IA, chips e computação quântica da Amazon desde janeiro de 2026, confirmou que a empresa já está em conversas com potenciais compradores. Ele ressaltou que a infraestrutura de IA está evoluindo rapidamente e a Amazon busca constantemente novas formas de atrair clientes. Os chips Trainium já provaram seu valor dentro da AWS, sendo utilizados por empresas de peso como OpenAI, Anthropic e Uber. A Anthropic, inclusive, firmou um compromisso de US$ 100 bilhões em recursos de computação AWS ao longo de uma década, incluindo o uso dos chips Trainium2 e Trainium3. Isso nos mostra a confiança que grandes players depositam nessa tecnologia. Um Mercado Bilionário à Vista O negócio de chips da Amazon já é bastante robusto, com uma receita anualizada acima de US$ 20 bilhões e um crescimento de três dígitos percentuais ao ano. Andy Jassy, CEO da Amazon, já havia sinalizado essa possibilidade em abril de 2026, mencionando em sua carta anual aos acionistas que a demanda pelos chips era tão alta que a venda de racks para terceiros era uma possibilidade real. A estimativa da própria empresa é que, com a inclusão de clientes externos, a receita anual poderia chegar a impressionantes US$ 50 bilhões! Pontos-chave dessa expansão: Competição Direta: A Amazon entra na briga direta com a NVIDIA no mercado de chips de IA vendidos avulsos. Demanda Crescente: O Trainium3, lançado no início de 2026, já está praticamente esgotado, mostrando o apetite do mercado. Desempenho: O Trainium3 oferece um desempenho entre 30% e 40% superior ao seu antecessor, o Trainium2. Futuro Próximo: A quarta geração da linha Trainium está prevista para estrear já em 2027. Movimento Estratégico: A Amazon segue um caminho semelhante ao do Google, que também começou a vender seus processadores tensores (TPUs) para clientes selecionados. Além dos chips dedicados a IA, Peter DeSantis também mencionou o crescimento nas vendas dos processadores de uso geral Graviton, que a Amazon recentemente passou a fornecer para a Meta. Nos últimos três anos, a Amazon adicionou mais processadores Graviton do que qualquer outro tipo de chip em seus sistemas. Isso mostra uma diversificação e uma aposta forte no hardware próprio. Essa notícia é super interessante para nós da bancada e para a comunidade técnica, pois indica uma descentralização no fornecimento de hardware de IA, potencialmente trazendo mais opções e, quem sabe, preços mais competitivos no futuro. Isso pode impactar desde o design de data centers até a otimização de sistemas para diferentes cargas de trabalho de IA. É um movimento que vale a pena acompanhar de perto! E vocês, o que acharam dessa novidade da Amazon? Será que essa estratégia vai realmente ameaçar a hegemonia da NVIDIA? Deixem seus comentários e vamos trocar uma ideia sobre o assunto! Adoro ver as diferentes perspectivas da nossa comunidade.-
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Midjourney Surpreende com 'Scanner Ultrassom' de Corpo Inteiro e Rede de Spas com IA!
Midjourney Surpreende com 'Scanner Ultrassom' de Corpo Inteiro e Rede de Spas com IA!
Olá, pessoal do EletrônicaBR! A notícia de hoje nos traz uma virada de jogo, ou melhor, uma virada completa de setor! A Midjourney, que muitos de nós conhecemos pela sua IA de geração de imagens super criativas, acaba de anunciar um projeto de hardware que promete revolucionar a medicina preventiva e o bem-estar. Preparem-se para conhecer o Midjourney Scanner, um equipamento de ultrassom de corpo inteiro que mapeia o corpo humano em apenas 60 segundos! A Midjourney, antes focada em IA generativa de imagens, agora aposta em um ultrassom de corpo inteiro com IA, prometendo mapeamento detalhado do corpo em 60 segundos e uma rede de spas para popularizar a tecnologia. Do Pixel para o Corpo: Uma Mudança Inesperada É isso mesmo que vocês leram! A empresa está mergulhando de cabeça no universo da saúde pessoal e médica, com uma proposta que parece saída de um filme de ficção científica. O Midjourney Scanner não é um ultrassom comum; ele utiliza uma tecnologia avançada que, segundo a própria Midjourney, pode ser superior à ressonância magnética em vários aspectos, especialmente na velocidade e na ausência de radiação ou campos magnéticos. Essa inovação conta com meio milhão de sensores e um poder de processamento brutal de dois petaflops para lidar com a quantidade massiva de dados gerados – algo como 500 horas de filmagem para cada segundo de escaneamento! A inteligência artificial entra em cena para interpretar esse oceano de informações, “fatiando” o corpo virtualmente para criar mapas 3D de alta resolução, camada por camada. É um desafio computacional enorme, mas que promete resultados impressionantes. Spas do Futuro: Saúde e Bem-Estar Integrados E a surpresa não para por aí! A Midjourney não pretende vender esses scanners para hospitais ou clínicas convencionais. A ideia é criar uma rede própria de Midjourney Spas. A primeira unidade está prevista para o final de 2027, em São Francisco, e contará com academias, saunas, piscinas e até banheiras de hidromassagem. O conceito é integrar o exame de corpo inteiro à rotina de bem-estar, tornando a coleta de dados de saúde parte de um programa mais amplo. O objetivo é oferecer mapeamento preventivo rápido e de baixo custo, com a meta ambiciosa de instalar 50 mil scanners globalmente até 2031, com capacidade para realizar um bilhão de exames por mês. A empresa acredita que essa abordagem pode reduzir mortes precoces e aliviar os custos dos sistemas de saúde. É uma visão ousada que transforma a experiência médica em algo mais acessível e casual. Desafios e Próximos Passos Claro, um projeto dessa magnitude enfrenta desafios, e o principal deles não é técnico, mas regulatório. A FDA (agência reguladora de saúde dos EUA) é um obstáculo significativo. Para contornar as aprovações clínicas mais rigorosas, a Midjourney começará focando em “mapas de composição corporal”, que exigem menor escrutínio. A ideia é submeter os resultados clínicos progressivamente, buscando liberar a detecção de anomalias em etapas futuras. Essa estratégia permite que a tecnologia comece a ser utilizada enquanto as aprovações para diagnósticos mais complexos são buscadas. A empresa licenciou tecnologia da Butterfly Network, especializada em ultrassom miniaturizado em chip, o que é uma pista importante para a escalabilidade e o custo-benefício que eles buscam. O plano inclui um scanner de terceira geração em 2028, com ainda mais velocidade e qualidade de imagem. É fascinante ver como a IA está expandindo seus horizontes para além do software, entrando no mundo do hardware e transformando setores como a saúde. O que vocês acharam dessa novidade? Será que veremos esses spas tecnológicos por aqui em breve? Compartilhem suas opiniões sobre o impacto dessa tecnologia na medicina e na nossa comunidade de eletrônica!-
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